Então, você chora algumas vezes, escondida pra que ninguém veja, a ache ainda mais uma coitada. Faz suas amigas o detestarem mais do que bife de fígado. Sua mãe, não pode nem ouvir o nome do "idiota". Seu irmão, o acha um babaca detestável. E enfim, você fica sozinha algumas semanas. Não quer sair de casa, e deseja curtir uma solidão bege e sem voz; chorosa. A sua tristeza com intensidade, pra que ela vá embora logo, e tudo volte a ter cor - e não mais lágrimas, voz. Equilibrada, e achando que está pronta, se enche de novas roupas, alguns pares de sapatos, e um corte de cabelo novo. Auto-estima mil. Curte, e dança. Sai quantos dias da semana pode, conhece gente, sorri enlouquecidamente, e provoca com o olhar. E beija um. Mais um. Dois. Outro. Continua beijando este outro. Fica feliz, mas nada que a dê vontade de fazer a dancinha e pensar bobagens, ensaiar discursos. Até que, no meio de um filme que você quis muito ver, você se toca: tá tudo errado. Tudo péssimo. O que faço eu, aqui? De roupa bonita, e delineador nos olhos? Calada. Se torna intangível, e lembra do momento que vendo o banner do filme, comentou com ele, o quanto queria ver. E como queria que, ele visse com você (não esse cara, com rosto de bebê, e gestos cordiais e enjoados). E na volta, no carro, o nome dele no rádio. Seu perfume em outro moletom. E a ficha cai: sinto falta. Sinto imensamente uma saudade que me dói, e que não passou. Angústia, vida confusa. E coincidência ou não, toca seu telefone. Como numa coreografia ritmada maluca do destino, ele também quer saber como está a sua pessoa deslumbrante. Tantas novidades, euforia numa conversa onde largando o telefone celular, suas mãos suam. E volta a paz, o sorriso no rosto - sem explicação ou propósito algum. Volta-se a correr no calçadão. Você volta a gostar de algumas músicas que antes, doíam só de escutar. E sentada na sacada, após meditar por longos quinze minutos, reflete: a carne É fraca. Frente à essa fragilidade, temos ainda que demonstrar força. Buscar ser fortes de qualquer maneira. Até que, chega uma hora em que, se essa fortaleza não é real, tudo desaba: você, no choro, na falsidade ideológica em que andava vivendo. Cai de boca nessa felicidade que é saborosa, mas pode acabar a qualquer minuto.
Prometi que nunca mais, e aqui estou eu: talvez feliz, um pouco confusa, mas com uma adrenalina e um sentimento inexplicável dentro de mim. Por mais que não valha nada. Por mais que tudo seja passageiro. Que passe, mas que marque; pra sempre. Apenas ele tem o sorriso que consegue desfazer qualquer escudo sólido que construí, meses à fio. É ele quem me tira o sossego, e devolve quando necessário. Que não é clichê, e filosofa sobre como mulheres ficam feias com o cabelo curto, e o quanto tudo o que lemos, se formos pensar, se encaixa na nossa vida, no nosso momento. Mesmo sem saber, é o tal quem me faz rir sozinha vendo algo, e pensando em lhe contar mais tarde. Ou que, quase me faz jogar no lixo a cartilha em que descrevi meus princípios, com a sua eloqüente capacidade de convencimento. Lobo em pele de cordeiro, sedento também pela mesa aqui posta. Conversa comigo sob travesseiros, e uma janela onde chove, e podemos escutar gritos da torcida do meu time. E que mesmo nessa confusão toda, esse caminho sem placas, e sinalizações, sigo; pode ser cega, ou emotiva, mas vou indo. Me perdendo, consumindo. Deixando queimar. Nem minha mãe, ao me ver chegar em casa, me viu tão feliz e desmaquiada. É a saudade morta, explico. Ficou aqui em mim, e destruiu base, pó, e rímel. A carne é fraca, ou a fraqueza está dentro de mim, e dessa minha cabeça confusa, em uníssono ao meu coração enorme? Eu só quero felicidade, e cumplicidade. Tentei em outros seres, e desculpa, não consegui. Você sabe que é capaz de me fazer largar o mundo, a minha tão almejada estabilidade, pra entrar nas curvas sinuosas e inesperadas, que é a sua vida. Novamente. E se preciso, de novo, e de novo. Fingindo ser a primeira vez; jurando não ser a última. Se diz você, que te enlouqueço, esqueci eu de confimar e dizer que, você também tem o poder de me deixar doida. E tenho apenas a te agradecer por isso. Se a carne é fraca, não há mesmo muito o que fazer. É química, explosão, necessidade. Então, como não participar feliz do banquete, desse churrasco apetitoso? Me delicio, e penso: que seja louco, mas que dure. Vocação pra vegetariana: zero. Deus me deixou cair em tentação. E tem me livrado do mal. Amém!
Camila Paier
segunda-feira, 26 de julho de 2010
sábado, 24 de julho de 2010
Poliedro complexo
“(...)Me senti sozinha numa multidão feliz e completa, pela milésima vez. Nunca ninguém me escolheu. Desdenharam quase sempre meus olhos assim pequenos e um pouco puxados, não chineses ou japas, em troca de uns olhos grande, ou cilíos curvados e protuberantes. Minhas medidas voluptuosas sempre foram cheias de segundas intenções, nunca encaradas com seriedade. Não quiseram nem o meu jeito romântico -errante, exagerado e inconseqüente. Simplesmente, todos fingem ignorar o meu orgulho na excentricidade, e titubeiam em me escolher. Fiquei o dia inteiro com a dúvida indulgente e pesada na minha consciência, de se eu era tão estranha, tão inadaptável assim, ao chegar ao ponto alto da solidão. Acho a maioria das pessoas que já se aproximaram do meu complicado e conflituoso círculo emocional, tão diferentes de mim. Teve gente sem personalidade. Um pessoal muito frio e racional. E uma galera tão mais estável, ou instável, séria demais ou infantil que eu. Talvez por isso que o bando heterogêneo que eu ainda habitava aqui dentro, indivíduos tão complexos, todos com suas feridas, e traumas, e completamente distintos uns dos outros, tenham todos se esvaído e abandonado o barco. Assim, ao longo do percurso. Mergulhar assim, do rio profundo que eu fazia da minha vida, e do barco alto que protegia meus escolhidos, e queridos. Não, não gosto de deixar as pessoas. É caro para a alma, tira a paz de espírito, e mais: demoro a selecionar meus preferidos, porém, quando acolhidos, são meus.
(...)Penso que as diferenças, somam. Que estar próximo a alguém tão parecido, e tão igual, tendo as mesmas dúvidas e complexidades, uns questionamentos parecidos, gostar das mesmas bandas, cores, e programas, não engrandece em nada, e não faz progredir. Ver outros lados desse poliedro complexo, chamado dia-a-dia, vitta, de uma maneira inovadora. Ou apenas, não me conformo de não ser nunca anunciada, ou reconhecida, nesse planeta gigante e azul, denso. Conhecer tanta gente, e nenhum encanto. Uma luz no caminho. Não no fim, porque falta muito para a velhice. Uns raios temporários, que me venham ainda, ou por vezes, esporadicamente, mas que ocorram. Pessoas complexas, mas diferentes de mim. Eu gosto, e aprendo. Gosto de ver pessoas tão calculistas, ou exaltivas, cansativas. Ver seus comportamentos, analisar cada minúcia, trajeitos e suas escolhas. Ou rir, demais, de tudo. Se divertir. Nessa diversidade extensa que agora é o mundo, nada melhor do que fazer parte da mistura miscigenada de cores, sons, vozes e aparências que hoje existem! E aprender: com tanta diferença, com muito amor. Escolho e ainda continuo escolhendo o que me brilha, o que me colore e ilumina. Aquilo que acende alguma luz interna, diferente da minha, que às vezes brilha de tão cega, forte. Ou apaga, sem razão alguma. Porque razão, comigo não funciona. Coração toma a frente dianteira, e age antes, age sempre. ”
(...)Penso que as diferenças, somam. Que estar próximo a alguém tão parecido, e tão igual, tendo as mesmas dúvidas e complexidades, uns questionamentos parecidos, gostar das mesmas bandas, cores, e programas, não engrandece em nada, e não faz progredir. Ver outros lados desse poliedro complexo, chamado dia-a-dia, vitta, de uma maneira inovadora. Ou apenas, não me conformo de não ser nunca anunciada, ou reconhecida, nesse planeta gigante e azul, denso. Conhecer tanta gente, e nenhum encanto. Uma luz no caminho. Não no fim, porque falta muito para a velhice. Uns raios temporários, que me venham ainda, ou por vezes, esporadicamente, mas que ocorram. Pessoas complexas, mas diferentes de mim. Eu gosto, e aprendo. Gosto de ver pessoas tão calculistas, ou exaltivas, cansativas. Ver seus comportamentos, analisar cada minúcia, trajeitos e suas escolhas. Ou rir, demais, de tudo. Se divertir. Nessa diversidade extensa que agora é o mundo, nada melhor do que fazer parte da mistura miscigenada de cores, sons, vozes e aparências que hoje existem! E aprender: com tanta diferença, com muito amor. Escolho e ainda continuo escolhendo o que me brilha, o que me colore e ilumina. Aquilo que acende alguma luz interna, diferente da minha, que às vezes brilha de tão cega, forte. Ou apaga, sem razão alguma. Porque razão, comigo não funciona. Coração toma a frente dianteira, e age antes, age sempre. ”
quinta-feira, 15 de julho de 2010
Que ainda não passou.
"Está aqui. Dentro, fundo e meio escondido, mas firme. Forte não, que por um fio se equilibra tudo isso há muito tempo. Mas fio esse, que talvez seja de cobre, ouro, metais nobres. Um fio que segura, e por onde a equilibrista dentro de mim se aventura. Mesmo você não sendo bêbado, e estando longe disso, é claro.
Descobri apenas à pouco, enquanto me esforçava em fazer careta ao ouvir teu nome, gritar pro mundo que você não existe mais na minha felicidade, concordar na sua idiotice calhorda e dançar loucamente à noite. Beijar aparentes príncipes, que não tinham nem de longe a tua malandragem, e eloqüência de sapo magnífico. Ajudei no que pude, compreendi emoções, tentei calar a minha boca grande, viver intensamente. Fiz tudo o que me coube, para me livrar do sentimento nostálgico que é curar de vez esse vazio dolorido que me afinca o peito. Sanei tantas dúvidas, curei algumas questões incompreendidas, para esquecer aquilo que me inquietava por dentro. Cuidei dos outros, e me joguei num canto. E no final das costas, eu quem deveria encabeçar a minha lista em primeiro lugar, tirar todo e qualquer resquício seu, daqui. De mim.
Uma semana, e dois primeiros encontros. Saldo final? Nada que tenha me feito vibrar. Ou, pensar em substituir lembranças das nossas conversas sem fim, de algumas piadas internas, e o encaixe perfeito dos teus braços, sob a minha cintura. Não é tentando substituir que se esquece: só se lembra ainda mais. Em cada erro do outro, cada gafe, só se recorda mais e mais do quanto não era assim antes, com outro alguém. E isso dói. Comparar pessoas é mais ou menos como qualquer necessidade fisiológica: não é bonito, mas é inevitável. Não se pode fugir. Ainda não sei onde procurar alguém com o mesmo sorriso leve, e a maneira única de me olhar de frente, encarar com vontade. Eu tento, eu quase consegui, mas ao me colocar novamente em companhia-masculina-possível, titubeio. Vejo o banner do nosso filme, já na locadora, e quero morrer. Ouço a música que cantávamos juntos, animados e em descontração, e exito. Quase choro. E me faço brusca, fugitiva, e desinteressada: não dá. Se paro para refletir, me torno quieta - o que é raríssimo. Mesmo não sabendo o que fazer com tudo aqui dentro, que depois de tanto tempo, e muitos dias ainda me incomoda, tira meu sono, e rasga minha paz, sou quase uma prisioneira: me tranquei nesse beco sem saída, nessa cela obscura, e é como se tivesse engolido a chave, sem volta. Precipitei situações, e te fiz ir longe; te vi ir indo, e perdi. Talvez pra sempre, quem sabe nunca mais. E todos me dizem que não valia a pena, que não vale e muito menos, valeria. Me pergunto íntima e por dentro, quando é que isso vai passar, que me aparecerá alguém à altura, que eu me pegarei apaixonada e feliz, como já fui? Rezo, e culpo alguns santos. Peço encarecidamente que Deus veja toda essa injustiça, e cubra o mundo com o que acredito. Com amor decente, e pra quem dá amor - o certo, o que nos ensinam na catequese e o que nos é educado em casa, não é exatamente isso? Dê amor, e receberás de volta. Só ainda não encontrei motivos para acreditar piamente em tal afirmação. Nenhum, muito menos dois.
Não quero companhia, essa dor é apenas minha, e não há o que cure (a não ser, você mesmo). Sendo que está longe, e impossível. Sem preço a pagar, e muito o que fazer, me fecho novamente na minha colcha lilás, e sob a luz apagada. Dispenso caridade, tenho nojo. Nunca fui coitada, e mesmo na minha maneira Pollyanna em ver o mundo, aprontei das minhas. E por mais que provoque desejos alheios, que me sinta a rainha da noite, e que aproveite o máximo que posso, quando quieta e pensativa, sou apenas despedaçada. Me falta algo, e talvez seja minha felicidade real, meu sorriso sincero, ou quem sabe, o que por um bom tempo causou toda essa minha onda feliz e pacífica: você.
Tomada por uma saudade enorme, e um sonho ruim, disco os números que alguma vez já decorei, esqueci e apaguei. Ouço sua voz inesquecível, coração que palpita, ansiedade que toma conta. Sem muito o que fazer, e tanta coisa a dizer, desligo. Saciada, medrosa e levada; vivendo, e fazendo acontecer. E mesmo assim, sentindo enormemente a falta nobre que é estar sem a sua presença ilustre. Porque não há faculdade federal, carro importado ou paixão por mim que compre ou derrube o território que conquistaste em mim. Ainda aqui, quem manda no pedaço, e comanda ruas, movimentações e greves, é o senhor. Pode ter certeza, excelentíssimo."
(Camila Paier)
Descobri apenas à pouco, enquanto me esforçava em fazer careta ao ouvir teu nome, gritar pro mundo que você não existe mais na minha felicidade, concordar na sua idiotice calhorda e dançar loucamente à noite. Beijar aparentes príncipes, que não tinham nem de longe a tua malandragem, e eloqüência de sapo magnífico. Ajudei no que pude, compreendi emoções, tentei calar a minha boca grande, viver intensamente. Fiz tudo o que me coube, para me livrar do sentimento nostálgico que é curar de vez esse vazio dolorido que me afinca o peito. Sanei tantas dúvidas, curei algumas questões incompreendidas, para esquecer aquilo que me inquietava por dentro. Cuidei dos outros, e me joguei num canto. E no final das costas, eu quem deveria encabeçar a minha lista em primeiro lugar, tirar todo e qualquer resquício seu, daqui. De mim.
Uma semana, e dois primeiros encontros. Saldo final? Nada que tenha me feito vibrar. Ou, pensar em substituir lembranças das nossas conversas sem fim, de algumas piadas internas, e o encaixe perfeito dos teus braços, sob a minha cintura. Não é tentando substituir que se esquece: só se lembra ainda mais. Em cada erro do outro, cada gafe, só se recorda mais e mais do quanto não era assim antes, com outro alguém. E isso dói. Comparar pessoas é mais ou menos como qualquer necessidade fisiológica: não é bonito, mas é inevitável. Não se pode fugir. Ainda não sei onde procurar alguém com o mesmo sorriso leve, e a maneira única de me olhar de frente, encarar com vontade. Eu tento, eu quase consegui, mas ao me colocar novamente em companhia-masculina-possível, titubeio. Vejo o banner do nosso filme, já na locadora, e quero morrer. Ouço a música que cantávamos juntos, animados e em descontração, e exito. Quase choro. E me faço brusca, fugitiva, e desinteressada: não dá. Se paro para refletir, me torno quieta - o que é raríssimo. Mesmo não sabendo o que fazer com tudo aqui dentro, que depois de tanto tempo, e muitos dias ainda me incomoda, tira meu sono, e rasga minha paz, sou quase uma prisioneira: me tranquei nesse beco sem saída, nessa cela obscura, e é como se tivesse engolido a chave, sem volta. Precipitei situações, e te fiz ir longe; te vi ir indo, e perdi. Talvez pra sempre, quem sabe nunca mais. E todos me dizem que não valia a pena, que não vale e muito menos, valeria. Me pergunto íntima e por dentro, quando é que isso vai passar, que me aparecerá alguém à altura, que eu me pegarei apaixonada e feliz, como já fui? Rezo, e culpo alguns santos. Peço encarecidamente que Deus veja toda essa injustiça, e cubra o mundo com o que acredito. Com amor decente, e pra quem dá amor - o certo, o que nos ensinam na catequese e o que nos é educado em casa, não é exatamente isso? Dê amor, e receberás de volta. Só ainda não encontrei motivos para acreditar piamente em tal afirmação. Nenhum, muito menos dois.
Não quero companhia, essa dor é apenas minha, e não há o que cure (a não ser, você mesmo). Sendo que está longe, e impossível. Sem preço a pagar, e muito o que fazer, me fecho novamente na minha colcha lilás, e sob a luz apagada. Dispenso caridade, tenho nojo. Nunca fui coitada, e mesmo na minha maneira Pollyanna em ver o mundo, aprontei das minhas. E por mais que provoque desejos alheios, que me sinta a rainha da noite, e que aproveite o máximo que posso, quando quieta e pensativa, sou apenas despedaçada. Me falta algo, e talvez seja minha felicidade real, meu sorriso sincero, ou quem sabe, o que por um bom tempo causou toda essa minha onda feliz e pacífica: você.
Tomada por uma saudade enorme, e um sonho ruim, disco os números que alguma vez já decorei, esqueci e apaguei. Ouço sua voz inesquecível, coração que palpita, ansiedade que toma conta. Sem muito o que fazer, e tanta coisa a dizer, desligo. Saciada, medrosa e levada; vivendo, e fazendo acontecer. E mesmo assim, sentindo enormemente a falta nobre que é estar sem a sua presença ilustre. Porque não há faculdade federal, carro importado ou paixão por mim que compre ou derrube o território que conquistaste em mim. Ainda aqui, quem manda no pedaço, e comanda ruas, movimentações e greves, é o senhor. Pode ter certeza, excelentíssimo."
(Camila Paier)
sexta-feira, 9 de julho de 2010
Apaixone-se
Apaixone-se pela manhã, que em todos os dias te levanta com os pés firmes no chão.
Apaixone-se pelas canções, que mesmo quando todos se calam, elas ainda sussurram o refrão em seus ouvidos.
Apaixone-se pelo hoje, que te faz respirar, enxergar, sentir, viver...
Apaixone por você, pois não existirá ninguém melhor para se amar do que a si mesmo, pois só descobrimos o que é amor, quando nos apaixonamos primeiramente por nós mesmos.
Apaixone-se pela vida, ela é o único presente que você diz que não pediu, mas que jamais deseja perder.
Apaixone-se mil vezes pela mesma coisa, se esse sentimento te faz crescer, apaixone-se cada dia mais e mais.
Apaixone-se pelos dias, eles passam depressa e quando você menos esperar eles já não existem mais.
Apaixone-se por cada conversa, pois ela pode ser definitiva dependendo da circunstância.
Apaixone-se pela dança, principalmente se for a dois, pois ela te faz sentir vivo, capaz.
Apaixone-se por quem te faz sorrir, pois essa pessoa merece muito mais do que você imagina.
Apaixone-se! A vida te presenteia quando você se entrega e acredita no amor.
Apaixone-se pela vontade de amar, pois existirá um momento em que sozinho não dará mais para ficar.
Algumas pessoas sentem medo de se apaixonar, e no entanto não se dão a oportunidade para apaixonar-se por um sonho.
A vida é curta e na entrega ao medo perdemos um tempo precioso.
Apaixone-se por um sonho, acredite que tudo dará certo, pois somente a sua fé trará seu sonho pra perto de você.
Você poderá se perder em meio a uma multidão, mas alguém predestinado irá te encontrar, basta você acreditar.
Você poderá sentir solidão, querer e não ter alguém para compartilhar um desejo... mas acredite, esse alguém está chegando, é que por algum motivo algo o atrasou, mas a sua fé o trará para perto de você.
Apaixone-se, pois uma vida repleta de canções te espera.
E o amor simplesmente virá trazendo consigo uma alma apaixonada.
Apaixone-se, pois no final poderá contemplar a magia de tudo aquilo que teve fé.
Tudo tem hora e lugar para acontecer, basta você confiar, confiar que tudo que aconteceu é merecimento por seus sinceros desejos.
O tempo vai passar, e com ele você irá envelhecer...
E nessa rotina da vida, nunca se esqueça...
Apaixone-se mil vezes por você, seja em qual época ou lugar for...
APAIXONE-SE!
(Fabiana Thais Oliveira)
Apaixone-se pelas canções, que mesmo quando todos se calam, elas ainda sussurram o refrão em seus ouvidos.
Apaixone-se pelo hoje, que te faz respirar, enxergar, sentir, viver...
Apaixone por você, pois não existirá ninguém melhor para se amar do que a si mesmo, pois só descobrimos o que é amor, quando nos apaixonamos primeiramente por nós mesmos.
Apaixone-se pela vida, ela é o único presente que você diz que não pediu, mas que jamais deseja perder.
Apaixone-se mil vezes pela mesma coisa, se esse sentimento te faz crescer, apaixone-se cada dia mais e mais.
Apaixone-se pelos dias, eles passam depressa e quando você menos esperar eles já não existem mais.
Apaixone-se por cada conversa, pois ela pode ser definitiva dependendo da circunstância.
Apaixone-se pela dança, principalmente se for a dois, pois ela te faz sentir vivo, capaz.
Apaixone-se por quem te faz sorrir, pois essa pessoa merece muito mais do que você imagina.
Apaixone-se! A vida te presenteia quando você se entrega e acredita no amor.
Apaixone-se pela vontade de amar, pois existirá um momento em que sozinho não dará mais para ficar.
Algumas pessoas sentem medo de se apaixonar, e no entanto não se dão a oportunidade para apaixonar-se por um sonho.
A vida é curta e na entrega ao medo perdemos um tempo precioso.
Apaixone-se por um sonho, acredite que tudo dará certo, pois somente a sua fé trará seu sonho pra perto de você.
Você poderá se perder em meio a uma multidão, mas alguém predestinado irá te encontrar, basta você acreditar.
Você poderá sentir solidão, querer e não ter alguém para compartilhar um desejo... mas acredite, esse alguém está chegando, é que por algum motivo algo o atrasou, mas a sua fé o trará para perto de você.
Apaixone-se, pois uma vida repleta de canções te espera.
E o amor simplesmente virá trazendo consigo uma alma apaixonada.
Apaixone-se, pois no final poderá contemplar a magia de tudo aquilo que teve fé.
Tudo tem hora e lugar para acontecer, basta você confiar, confiar que tudo que aconteceu é merecimento por seus sinceros desejos.
O tempo vai passar, e com ele você irá envelhecer...
E nessa rotina da vida, nunca se esqueça...
Apaixone-se mil vezes por você, seja em qual época ou lugar for...
APAIXONE-SE!
(Fabiana Thais Oliveira)
quinta-feira, 8 de julho de 2010
Escolhida
“(...)Me senti sozinha numa multidão feliz e completa, pela milésima vez. Nunca ninguém me escolheu. Desdenharam quase sempre meus olhos assim pequenos e um pouco puxados, não chineses ou japas, em troca de uns olhos grande, ou cilíos curvados e protuberantes. Minhas medidas voluptuosas sempre foram cheias de segundas intenções, nunca encaradas com seriedade. Não quiseram nem o meu jeito romântico -errante, exagerado e inconseqüente. Simplesmente, todos fingem ignorar o meu orgulho na excentricidade, e titubeiam em me escolher. Fiquei o dia inteiro com a dúvida indulgente e pesada na minha consciência, de se eu era tão estranha, tão inadaptável assim, ao chegar ao ponto alto da solidão. Acho a maioria das pessoas que já se aproximaram do meu complicado e conflituoso círculo emocional, tão diferentes de mim. Teve gente sem personalidade. Um pessoal muito frio e racional. E uma galera tão mais estável, ou instável, séria demais ou infantil que eu. Talvez por isso que o bando heterogêneo que eu ainda habitava aqui dentro, indivíduos tão complexos, todos com suas feridas, e traumas, e completamente distintos uns dos outros, tenham todos se esvaido e abandonado o barco. Assim, ao longo do percurso. Mergulhar assim, do rio profundo que eu fazia da minha vida, e do barco alto que protegia meus escolhidos, e queridos. Não, não gosto de deixar as pessoas. É caro para a alma, tira a paz de espírito, e mais: demoro a selecionar meus preferidos, porém, quando acolhidos, são meus.
(...)Penso que as diferenças, somam. Que estar próximo a alguém tão parecido, e tão igual, tendo as mesmas dúvidas e complexidades, uns questionamentos parecidos, gostar das mesmas bandas, cores, e programas, não engrandece em nada, e não faz progredir. Ver outros lados desse poliedro complexo, chamado dia-a-dia, vitta, de uma maneira inovadora. Ou apenas, não me conformo de não ser nunca anunciada, ou reconhecida, nesse planeta gigante e azul, denso. Conhecer tanta gente, e nenhum encanto. Uma luz no caminho. Não no fim, porque falta muito para a velhice. Uns raios temporários, que me venham ainda, ou por vezes, esporadicamente, mas que ocorram. Pessoas complexas, mas diferentes de mim. Eu gosto, e aprendo. Gosto de ver pessoas tão calculistas, ou exaltivas, cansativas. Ver seus comportamentos, analisar cada minúcia, trajeitos e suas escolhas. Ou rir, demais, de tudo. Se divertir. Nessa diversidade extensa que agora é o mundo, nada melhor do que fazer parte da mistura miscigenada de cores, sons, vozes e aparências que hoje existem! E aprender: com tanta diferença, com muito amor. Escolho e ainda continuo escolhendo o que me brilha, o que me colore e ilumina. Aquilo que acende alguma luz interna, diferente da minha, que às vezes brilha de tão cega, forte. Ou apagua, sem razão alguma. Porque razão, comigo não funciona. Coração toma a frente dianteira, e age antes, age sempre. ”
(Camila Paier)
(...)Penso que as diferenças, somam. Que estar próximo a alguém tão parecido, e tão igual, tendo as mesmas dúvidas e complexidades, uns questionamentos parecidos, gostar das mesmas bandas, cores, e programas, não engrandece em nada, e não faz progredir. Ver outros lados desse poliedro complexo, chamado dia-a-dia, vitta, de uma maneira inovadora. Ou apenas, não me conformo de não ser nunca anunciada, ou reconhecida, nesse planeta gigante e azul, denso. Conhecer tanta gente, e nenhum encanto. Uma luz no caminho. Não no fim, porque falta muito para a velhice. Uns raios temporários, que me venham ainda, ou por vezes, esporadicamente, mas que ocorram. Pessoas complexas, mas diferentes de mim. Eu gosto, e aprendo. Gosto de ver pessoas tão calculistas, ou exaltivas, cansativas. Ver seus comportamentos, analisar cada minúcia, trajeitos e suas escolhas. Ou rir, demais, de tudo. Se divertir. Nessa diversidade extensa que agora é o mundo, nada melhor do que fazer parte da mistura miscigenada de cores, sons, vozes e aparências que hoje existem! E aprender: com tanta diferença, com muito amor. Escolho e ainda continuo escolhendo o que me brilha, o que me colore e ilumina. Aquilo que acende alguma luz interna, diferente da minha, que às vezes brilha de tão cega, forte. Ou apagua, sem razão alguma. Porque razão, comigo não funciona. Coração toma a frente dianteira, e age antes, age sempre. ”
(Camila Paier)
terça-feira, 6 de julho de 2010
Cresceu em mim
"(...)você cresceu em mim de um jeito completamente insuspeitado, assim como se você fosse apenas uma semente e eu plantasse você esperando ver uma plantinha qualquer, pequena, rala, uma avenca, talvez samambaia, no máximo uma roseira, esperava de você apenas coisas assim, avenca, samambaia, roseira, mas nunca, em nenhum momento essa coisa enorme que me obrigou a abrir todas as janelas, e depois as portas, e pouco a pouco derrubar todas as paredes e arrancar o telhado para que você crescesse livremente, você não cresceria se eu a mantivesse presa num pequeno vaso, eu compreendi a tempo que você precisava de muito espaço, (...)
Sabe, eu me perguntava até que ponto você era aquilo que eu via em você ou apenas aquilo que eu queria ver em você, eu queria saber até que ponto você não era apenas uma projeção daquilo que eu sentia, e se era assim, até quando eu conseguiria ver em você todas essas coisas que me fascinavam e que no fundo, sempre no fundo, talvez nem fossem suas, mas minhas, e pensava que amar era só conseguir ver, e desamar era não mais conseguir ver, entende? Dolorido-colorido, (...) é eu sei que os meus dentes estão ficando escuros, e essa tosse intolerável, você acha mesmo a minha tosse intolerável? Ah: sabe, entre duas pessoas essas coisas sempre devem ser ditas, o fato de você achar minha tosse intolerável, por exemplo, eu poderia me aprofundar nisso e concluir que você não gosta de mim o suficiente, porque se você gostasse, gostaria também da minha tosse, dos meus dentes escuros, mas não aprofundando não concluo nada, fico só querendo te dizer de como eu te esperava quando a gente marcava qualquer coisa, de como eu olhava o relógio e andava de lá pra cá sem pensar definidamente e nada, (...)"
"- Você tem um cigarro?
- Estou tentando parar de fumar.
- Eu também. Mas queria uma coisa nas mãos agora.
- Você tem uma coisa nas mãos agora.
- Eu?
- Eu."
Sabe, eu me perguntava até que ponto você era aquilo que eu via em você ou apenas aquilo que eu queria ver em você, eu queria saber até que ponto você não era apenas uma projeção daquilo que eu sentia, e se era assim, até quando eu conseguiria ver em você todas essas coisas que me fascinavam e que no fundo, sempre no fundo, talvez nem fossem suas, mas minhas, e pensava que amar era só conseguir ver, e desamar era não mais conseguir ver, entende? Dolorido-colorido, (...) é eu sei que os meus dentes estão ficando escuros, e essa tosse intolerável, você acha mesmo a minha tosse intolerável? Ah: sabe, entre duas pessoas essas coisas sempre devem ser ditas, o fato de você achar minha tosse intolerável, por exemplo, eu poderia me aprofundar nisso e concluir que você não gosta de mim o suficiente, porque se você gostasse, gostaria também da minha tosse, dos meus dentes escuros, mas não aprofundando não concluo nada, fico só querendo te dizer de como eu te esperava quando a gente marcava qualquer coisa, de como eu olhava o relógio e andava de lá pra cá sem pensar definidamente e nada, (...)"
"- Você tem um cigarro?
- Estou tentando parar de fumar.
- Eu também. Mas queria uma coisa nas mãos agora.
- Você tem uma coisa nas mãos agora.
- Eu?
- Eu."
Um pouco é o suficiente
"Quando tudo estiver dito e feito,
nós ainda sentiremos dor?
As cicatrizes sumirão com a noite?
Tente sorrir para a luz da manhã
É como o melhor sonho para se ter
onde tudo não é tão ruim.
Cada lágrima é tão solitária.
Como se Deus, o próprio, estivesse vindo para casa para dizer
Eu, eu posso fazer qualquer coisa
se você me quiser aqui.
E eu posso consertar qualquer coisa
se você me deixar por perto.
Onde estão aqueles segredos agora
que você está assustada demais para dizer?
Eu os sussurraria bem alto,
assim você pode ouvir a sí mesmo.
Árvores verdes eram o primeiro sinal.
O azul mais profundo, o céu mais limpo.
O silêncio veio com olhos mais brilhantes,
e transformou água em vinho.
As crianças correram para ver.
Os pais permaneceram descrentes.
E aqueles que se souberam apoiados para a viagem.
A própria terra ficou viva para dizer
Me desculpe por ter que dizer isso, mas você parece triste.
Seu sorriso se foi; Eu percebi... e isso é mau.
A cura é se você deixar um pouco mais de amor entrar,
e eu te prometo, um pouco é suficiente
Só um pouco..."
nós ainda sentiremos dor?
As cicatrizes sumirão com a noite?
Tente sorrir para a luz da manhã
É como o melhor sonho para se ter
onde tudo não é tão ruim.
Cada lágrima é tão solitária.
Como se Deus, o próprio, estivesse vindo para casa para dizer
Eu, eu posso fazer qualquer coisa
se você me quiser aqui.
E eu posso consertar qualquer coisa
se você me deixar por perto.
Onde estão aqueles segredos agora
que você está assustada demais para dizer?
Eu os sussurraria bem alto,
assim você pode ouvir a sí mesmo.
Árvores verdes eram o primeiro sinal.
O azul mais profundo, o céu mais limpo.
O silêncio veio com olhos mais brilhantes,
e transformou água em vinho.
As crianças correram para ver.
Os pais permaneceram descrentes.
E aqueles que se souberam apoiados para a viagem.
A própria terra ficou viva para dizer
Me desculpe por ter que dizer isso, mas você parece triste.
Seu sorriso se foi; Eu percebi... e isso é mau.
A cura é se você deixar um pouco mais de amor entrar,
e eu te prometo, um pouco é suficiente
Só um pouco..."
segunda-feira, 5 de julho de 2010
Homem banana
"No mercado, é sempre o que sobra, e está constantemente nas promoções do encarte. Mas não se engane, não, mocinha: por mais barato, vistoso ou vitaminado que aparente ser, o homem banana consegue mostrar em poucos mas necessários sinais, que é um belo idiota. Sobram, porque são devolvidos. E com o tempo, aprendemos a identificar os sinais cada vez mais cedo, muitas vezes, nem chegando a de fato "adquirir" tal fruto enganoso. Cadê os homens reais, de verdade e opinião? Cada vez mais, a bananice crônica tem tomado conta da mente masculina, o que é uma lástima. O jeito é ir experimentando, até encontrar o gosto ideal - e que no mínimo, maduro esteja.
Não se preocupe: se você ainda não teve o desprazer de conhecer algum, com certeza há tal ser no seu caminho. Você pode não perceber de cara, logo ao vê-lo. Eles se camuflam nos mais variados jeitos. Pode ser aquele super seguro e independente, que mora sozinho. O rapaz que trabalha, e não sobrevive do dinheiro dos pais. Aquele líder de um bando de amigos, sabe? Estudioso, ou cheio de estilo. A bananice é um estado de espírito: está por dentro. Por mais forte, robusto ou macho que pareça, é nas pequenas atitudes que o diagnóstico pode ser expelido: ele é um banana. Que pena.
Eles não compreendem indiretas. Você pode estar louca para ganhar um presente de aniversário, um pedido de namoro, ou uma noite enlouquecedora e quente. Não vai adiantar em nada dizer que precisa de sapatos novos, que não quer ficar com ninguém além dele, ou que, você comprou uma lingerie novíssima: pra esses entendedores, nem um turbilhão de palavras basta. Atitudes, menos ainda. Timidez, não é. Só esqueça aquelas declarações inesperadas de amor, atos grandiosos de reconciliação, ou pedidos de desculpas. Esse tipo infame de homem é incapaz de qualquer coisa que saía de sua humilde zona de conforto. É..
Propor algo, para ele é como ir ao dentista, para a maioria absoluta da população: uma tortura. É sempre levado pelo ritmo alheio. Pela vontade dos amigos, pelo esforço dos pais, pela opinião do povo. Vai naquela balada, porque os amigos vão. E se os pais acham melhor que ele não vá, que ele não faça, ou que compre algo, pode apostar: ele o fará. Vontade própria, é como se não existisse dentro deste ser molengo. Deixa você ou qualquer outra pessoa escolher o jantar, o canal da televisão, e até mesmo, as roupas que ele vestirá.
Apenas uma mulher será páreo para você, se assim sobreviver nesse relacionamento sem graça: a mamãe. Ele é quase tão apegado à la mamma que deixa que ela compre seus objetos para higiene, e boa parte de suas roupas - até mesmo, suas cuecas. E se briga com você, a opinião da sogrinha importará muito, pode ter certeza. Ou seja, além de lutar contra tanta letargia comportamental da parte do banana man, você ainda terá que driblar a mãe do dito cujo. É, sem dúvida alguma, o filhinho da mamãe, ou o menininho do papai (mesmo com quase trinta anos na cara..).Haja paciência!
Bananas não sabem dar conselhos. Não que seja por falta de vontade em ajudar, mas eles simplesmente não o sabem fazer com originalidade. Apelam para o clichê, e para eles vai sempre ficar tudo bem, basta apenas você "relaxar". Sim, claro, Sr. bundão. E se o problema é com ele, pior ainda: se fecha num casulo interno, com medo de tanta ira e revolta. Ele alegará mais tarde que, esperou você se acalmar, e que, odeia discussão. Pudera, ele não saberia como se defender (até porque, não a defende em lugares públicos quando homens assobiam para você, ou aquela menina pisa com tudo no seu pé numa festa). A culpa nunca é dele, e esse é o seu fiel argumento. Além de ser covarde, consegue ser juntamente um grande babaca.
Um dos assuntos preferidos desse tipinho é o que possui. Se não ele, os pais, os tios, ou os avós. Ele realmente acha que dinheiro impressiona, e estamos no século retrasado, quando ainda existia o dote, e os valores se davam pelo âmbito financeiro. Coitado...É tão ingênuo e influenciável, que chega a dar pena de tamanha falta de personalidade e atitude. A não existência de coragem é outra questão, que se não o sufoca por dentro, acaba a sufocando por osmose. Não assume compromisso, ainda mais, se os amigos estiverem solteiros. Quando os companheiros de futebol ou barzinho resolverem que é hora de ter uma mulher ao lado, ele pensa no assunto. E acaba ficando com a pior opção possível, porque não sabe que pessoas ficam juntas por que querem, e não por ser o momento propício. Então, ele será sempre aquele cara que namora, e ainda te procura. Ou que vive no seu pé, mesmo depois de tantos foras.
E no final, você se entedia de tanta chatice e escassez de acontecimentos, e finalmente caí fora. Afinal, a banana depois de descascada, se no chão pode escorregar. Melhor jogar fora no lixo mesmo!"
(Camila Paier)
Não se preocupe: se você ainda não teve o desprazer de conhecer algum, com certeza há tal ser no seu caminho. Você pode não perceber de cara, logo ao vê-lo. Eles se camuflam nos mais variados jeitos. Pode ser aquele super seguro e independente, que mora sozinho. O rapaz que trabalha, e não sobrevive do dinheiro dos pais. Aquele líder de um bando de amigos, sabe? Estudioso, ou cheio de estilo. A bananice é um estado de espírito: está por dentro. Por mais forte, robusto ou macho que pareça, é nas pequenas atitudes que o diagnóstico pode ser expelido: ele é um banana. Que pena.
Eles não compreendem indiretas. Você pode estar louca para ganhar um presente de aniversário, um pedido de namoro, ou uma noite enlouquecedora e quente. Não vai adiantar em nada dizer que precisa de sapatos novos, que não quer ficar com ninguém além dele, ou que, você comprou uma lingerie novíssima: pra esses entendedores, nem um turbilhão de palavras basta. Atitudes, menos ainda. Timidez, não é. Só esqueça aquelas declarações inesperadas de amor, atos grandiosos de reconciliação, ou pedidos de desculpas. Esse tipo infame de homem é incapaz de qualquer coisa que saía de sua humilde zona de conforto. É..
Propor algo, para ele é como ir ao dentista, para a maioria absoluta da população: uma tortura. É sempre levado pelo ritmo alheio. Pela vontade dos amigos, pelo esforço dos pais, pela opinião do povo. Vai naquela balada, porque os amigos vão. E se os pais acham melhor que ele não vá, que ele não faça, ou que compre algo, pode apostar: ele o fará. Vontade própria, é como se não existisse dentro deste ser molengo. Deixa você ou qualquer outra pessoa escolher o jantar, o canal da televisão, e até mesmo, as roupas que ele vestirá.
Apenas uma mulher será páreo para você, se assim sobreviver nesse relacionamento sem graça: a mamãe. Ele é quase tão apegado à la mamma que deixa que ela compre seus objetos para higiene, e boa parte de suas roupas - até mesmo, suas cuecas. E se briga com você, a opinião da sogrinha importará muito, pode ter certeza. Ou seja, além de lutar contra tanta letargia comportamental da parte do banana man, você ainda terá que driblar a mãe do dito cujo. É, sem dúvida alguma, o filhinho da mamãe, ou o menininho do papai (mesmo com quase trinta anos na cara..).Haja paciência!
Bananas não sabem dar conselhos. Não que seja por falta de vontade em ajudar, mas eles simplesmente não o sabem fazer com originalidade. Apelam para o clichê, e para eles vai sempre ficar tudo bem, basta apenas você "relaxar". Sim, claro, Sr. bundão. E se o problema é com ele, pior ainda: se fecha num casulo interno, com medo de tanta ira e revolta. Ele alegará mais tarde que, esperou você se acalmar, e que, odeia discussão. Pudera, ele não saberia como se defender (até porque, não a defende em lugares públicos quando homens assobiam para você, ou aquela menina pisa com tudo no seu pé numa festa). A culpa nunca é dele, e esse é o seu fiel argumento. Além de ser covarde, consegue ser juntamente um grande babaca.
Um dos assuntos preferidos desse tipinho é o que possui. Se não ele, os pais, os tios, ou os avós. Ele realmente acha que dinheiro impressiona, e estamos no século retrasado, quando ainda existia o dote, e os valores se davam pelo âmbito financeiro. Coitado...É tão ingênuo e influenciável, que chega a dar pena de tamanha falta de personalidade e atitude. A não existência de coragem é outra questão, que se não o sufoca por dentro, acaba a sufocando por osmose. Não assume compromisso, ainda mais, se os amigos estiverem solteiros. Quando os companheiros de futebol ou barzinho resolverem que é hora de ter uma mulher ao lado, ele pensa no assunto. E acaba ficando com a pior opção possível, porque não sabe que pessoas ficam juntas por que querem, e não por ser o momento propício. Então, ele será sempre aquele cara que namora, e ainda te procura. Ou que vive no seu pé, mesmo depois de tantos foras.
E no final, você se entedia de tanta chatice e escassez de acontecimentos, e finalmente caí fora. Afinal, a banana depois de descascada, se no chão pode escorregar. Melhor jogar fora no lixo mesmo!"
(Camila Paier)
domingo, 4 de julho de 2010
Aprender com a dor
“Infelizmente a alegria não ensina tanto quanto a tristeza. A dor dura mais e o sorriso logo se vai. Erros são lembrados e triunfos esquecidos. Tão fácil ter inimigos, mais difícil fazer amigos. Aprender com a dor, conviver com o amor, lembrar que sorrir pode te levantar. Tentar segurar o que há de bom, não deixar de sonhar que logo vai melhorar. E não há como esquecer palavras que te fazem chorar, qualquer motivo é suficiente pra lembrar. Sofrer atinge nossas vidas com muita força, enquanto lindos olhos não demoram a fechar. Aprender com a dor, conviver com amor, lembrar que sorrir pode te levantar. Tentar segurar o que há de bom, não deixar de sonhar que logo vai melhorar!”
Já Foi - Jota Quest
"Eu sempre quis fazer você feliz
Às vezes, me deixava pra outra hora
Eu sempre quis falar o que eu sentia
Mas dessa vez foi o silêncio que falou por mim
Eu sempre me esforcei pra te incentivar
Tua falta de caminho me detinha a intenção
Eu sempre te deixei bem à vontade
Mas tua falta de vontade me desmotivou
Quer saber? Já foi
Vou cuidar de mim
Quer saber? Eu quero alguém pra dividir
Gostar de quem gosta de mim
Eu sempre acreditei muito em nós dois
Primeiro em você, depois em mim, éramos nós
Eu sempre quis fazer a minha parte
Mas você não faz mais parte
Da metade de nós dois
E quanto a gente paga
Pelos sonhos que deixou?
E quanto vale
O tempo todos que vivemos
Correndo atrás dos sonhos
Pra viver só de amor?"
Às vezes, me deixava pra outra hora
Eu sempre quis falar o que eu sentia
Mas dessa vez foi o silêncio que falou por mim
Eu sempre me esforcei pra te incentivar
Tua falta de caminho me detinha a intenção
Eu sempre te deixei bem à vontade
Mas tua falta de vontade me desmotivou
Quer saber? Já foi
Vou cuidar de mim
Quer saber? Eu quero alguém pra dividir
Gostar de quem gosta de mim
Eu sempre acreditei muito em nós dois
Primeiro em você, depois em mim, éramos nós
Eu sempre quis fazer a minha parte
Mas você não faz mais parte
Da metade de nós dois
E quanto a gente paga
Pelos sonhos que deixou?
E quanto vale
O tempo todos que vivemos
Correndo atrás dos sonhos
Pra viver só de amor?"
sábado, 3 de julho de 2010
Eterno, só nas lembranças.
“Guardo meus momentos mais bonitos do que foi vivido, as idéias trocadas, os afetos puros que tive. Se teve, não sei. Mas foi intenso enquanto durou. Eterno, só nas lembranças. Que é assim que todos os relacionamentos deveriam permanecer... Inclusive, o que causou o nocaute da bandeira que levantávamos. Num balanço final, não vejo vilões ou grandes malfeitores. Alguns. Alguma. Enfim, não me culpo por nada. Minha participação, mesmo que transitória e nebulosa em alguns momentos, sempre foi constantemente alegre e entusiasmada, querendo apenas o bem; pra mim, pra ti. Pro que viria a ser, se algum dia permitisse o bosque escuro que é o teu coração, nós. Eu choro pelo que não foi, pelo que poderia ter sido. E embora não entenda tua atitude, compreendo.” (Camila Paier)
Re-amar. Amar.
“Eu entro nesse barco, é só me pedir. Nem precisa de jeito certo, só dizer e eu vou.
Eu abandono tudo, história, passado, cicatrizes.
Mudo o visual, deixo o cabelo crescer, começo a comer direito, vou todo dia pra academia.
Mas você tem que remar também. E talvez essa viagem não dure mais do que alguns minutos, mas eu entro nesse barco, é só me pedir. Perco o medo de dirigir só pra atravessar o mundo pra te ver todo dia. Mas você tem que me prometer que vai remar junto comigo. Mesmo se esse barco estiver furado eu vou, basta me pedir. Mas a gente tem que afundar junto e descobrir que é possível nadar junto. Eu te ensino a nadar, juro! Mas você tem que me prometer que vai tentar, que vai se esforçar, que vai remar enquanto for preciso, enquanto tiver forças! Você tem que me prometer que essa viagem não vai ser a toa, que vale a pena. Que por você vale a pena. Que por nós vale a pena. Remar.Re-amar. Amar.”
Eu abandono tudo, história, passado, cicatrizes.
Mudo o visual, deixo o cabelo crescer, começo a comer direito, vou todo dia pra academia.
Mas você tem que remar também. E talvez essa viagem não dure mais do que alguns minutos, mas eu entro nesse barco, é só me pedir. Perco o medo de dirigir só pra atravessar o mundo pra te ver todo dia. Mas você tem que me prometer que vai remar junto comigo. Mesmo se esse barco estiver furado eu vou, basta me pedir. Mas a gente tem que afundar junto e descobrir que é possível nadar junto. Eu te ensino a nadar, juro! Mas você tem que me prometer que vai tentar, que vai se esforçar, que vai remar enquanto for preciso, enquanto tiver forças! Você tem que me prometer que essa viagem não vai ser a toa, que vale a pena. Que por você vale a pena. Que por nós vale a pena. Remar.Re-amar. Amar.”
Levante os olhos
"ai como é triste. é triste querer falar com uma pessoa e ela nem te levantar os olhos. se for pra ser assim, preferiria que me atirasse um livro ou algo parecido. preferiria que pudesse te despertar algum sentimento. incrível que depois de tudo que se passou você ainda gostasse de mim. sim, é notável.
agora você me superou. percebeu que no fundo mesmo, sou só uma pessoa quebrada e obcecada com detalhes. é verdade que nunca soube bem o que te dizer, e aqueles silêncios sempre se instalavam entre nós, daí eu fazia algum comentário medíocre e você fingia ter escutado. é que eu me sentia aflita de estar te aborrecendo.
tem gente que consegue ter paz de espírito com certas coisas porque sabe que fez o seu melhor. mas a verdade é que eu sei que não fiz. desde o começo fui mimada, egoísta, de vez em quando até burra. sei que você merecia melhor, mas não queria admitir. ó, humbert, entre nós dois sempre foi obvio quem era a melhor pessoa... e você aceitava com tudo com resignação e paciência. claro, os tempos mudam, e você enfim se cansou de mim. previ que isso iria acontecer desde o começo, então porque continuo a pensar nisso tudo?
mas é verdade que não penso com amargura ou esperança de tê-lo de volta, não do jeito que era antes, o que foi, foi.
só percebi o erro que era te prender no agora, no limite da sanidade. mas posso dizer que no fim, fiz o que pude. Fiz o que pude, fiz o que pude. repito como um mantra até que eu mesma comece a acreditar nisso.
por favor, não tenha raiva de mim. por favor, tente me entender, como te amei do começo ao fim. o que mudou foi meu amor. simplesmente entendi que era inútil para os dois te prender a mim, você merece melhor.
o consolo é que fiz o que achei melhor (pra você!) e de um certo modo pra mim também, pois não conseguiria viver achando que te faço miserável, veja bem, agora eu realmente me importo! agora sim meu amor é verídico e digno. é lindo renunciar a alguém querido pelo bem da pessoa.
fique em paz e por favor... levante os olhos quando eu falar contigo."
agora você me superou. percebeu que no fundo mesmo, sou só uma pessoa quebrada e obcecada com detalhes. é verdade que nunca soube bem o que te dizer, e aqueles silêncios sempre se instalavam entre nós, daí eu fazia algum comentário medíocre e você fingia ter escutado. é que eu me sentia aflita de estar te aborrecendo.
tem gente que consegue ter paz de espírito com certas coisas porque sabe que fez o seu melhor. mas a verdade é que eu sei que não fiz. desde o começo fui mimada, egoísta, de vez em quando até burra. sei que você merecia melhor, mas não queria admitir. ó, humbert, entre nós dois sempre foi obvio quem era a melhor pessoa... e você aceitava com tudo com resignação e paciência. claro, os tempos mudam, e você enfim se cansou de mim. previ que isso iria acontecer desde o começo, então porque continuo a pensar nisso tudo?
mas é verdade que não penso com amargura ou esperança de tê-lo de volta, não do jeito que era antes, o que foi, foi.
só percebi o erro que era te prender no agora, no limite da sanidade. mas posso dizer que no fim, fiz o que pude. Fiz o que pude, fiz o que pude. repito como um mantra até que eu mesma comece a acreditar nisso.
por favor, não tenha raiva de mim. por favor, tente me entender, como te amei do começo ao fim. o que mudou foi meu amor. simplesmente entendi que era inútil para os dois te prender a mim, você merece melhor.
o consolo é que fiz o que achei melhor (pra você!) e de um certo modo pra mim também, pois não conseguiria viver achando que te faço miserável, veja bem, agora eu realmente me importo! agora sim meu amor é verídico e digno. é lindo renunciar a alguém querido pelo bem da pessoa.
fique em paz e por favor... levante os olhos quando eu falar contigo."
quinta-feira, 1 de julho de 2010
O vento leva.
"Agora eu deixo o vento levar as magoas, as palavras perdidas, as desculpas não atendidas, os valores não dados, os apelos de paz não atendidos. Deixo o vento levar junto com ele, toda a culpa. Minha. Sua. Nossa culpa, e sopro pra eles irem longe de mim. Só não deixo que ele leve as memórias, porque fora a coisa mais fascinante que me resta. Portanto, depois de todo o processo, eu me levantei, me recompus, limpei o rosto, afastei a necessidade e segui em frente. Fiz isso, porque era a melhor coisa a se fazer, maybe."
Vocês sabia/A vida sempre nos prega uma peça
“Você sabia exatamente quando eu estava precisando de um colo, de um ombro. Ao escutar a minha voz sabia se eu estava bem ou não, sabia a hora de falar e de calar. Conheci todos os teus tipos de olhares e sorrisos. Lembro de cada um deles. Conheci teus defeitos, tua mania de me provocar só para me deixar irritada porque você adorava me ver braba. Falávamos sobre filmes, livros e lugares do mundo que gostaríamos de conhecer. Planejávamos nosso futuro juntos, imaginávamos como seria nossa filhinha e nosso apartamento. Gostávamos de ficar jogando joguinhos bestas e ir ao cinema, comer Ouro Branco e Ferrero Rocher. Era o teu preferido. Contigo aprendi a não ter medo do futuro, a não me prender ao passado, a perdoar os erros dos outros. Aprendi a perdoar os teus erros, os meus erros. Aprendi que não é coisa de criança ter medo do escuro e de trovões, aprendi que não se deve viver numa redoma de vidro, temos que sair da toca. Aprendi que não adianta, não sei desenhar mesmo! Aprendi que precisamos valorizar todos os dias quem amamos. Falar, dizer, verbalizar, expor, escancarar, dar a cara para bater. Descobri que ser doce não significa ser grudenta, ser gentil não significa ser um capacho, ser sincera não significa ser cara de pau. A coisa mais importante que aprendi contigo foi o significado do sentimento mais puro e nobre que uma pessoa pode possuir por outra: o amor. Eu preciso muito te agradecer mas não tenho como, mesmo assim obrigada. Jamais vou te esquecer, parte de mim vai te amar para sempre. Sei que o nosso para sempre nunca acabará. Lembra? Eu lembro de tudo, desde o momento em que eu acordo até a hora em que vou dormir. Sinto saudades, saudades do que fomos um dia. Fomos muito, fomos muitos. Parte de mim, aquela que vai te amar para sempre, é meu todo hoje. Não me imagino vivendo sem a gente.” (Clarissa Corrêa)
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É assim mesmo, quanto mais penso que sei das coisas mais tenho certeza que estou completamente equivocada. A vida sempre nos prega uma peça, sempre caímos e pensamos que é o fim, que não temos forças pra levantar e seguir em frente, pensamento muito errado esse, não importa o tamanho da queda sempre vamos conseguir. As feridas demoram a sarar, as cicatrizes vão ficar, mas elas estão lá pra vermos e lembrar que se tomarmos o mesmo caminho errado, vamos cair mais uma vez. Hoje mais uma ferida esta sarando em mim, mas eu sei que a cicatriz vai ficar, não vou olha pra ela e lembrar só dos momentos ruins, mas também dos momentos bons que fizeram ela existir. E assim superar e seguir a minha vida.
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É assim mesmo, quanto mais penso que sei das coisas mais tenho certeza que estou completamente equivocada. A vida sempre nos prega uma peça, sempre caímos e pensamos que é o fim, que não temos forças pra levantar e seguir em frente, pensamento muito errado esse, não importa o tamanho da queda sempre vamos conseguir. As feridas demoram a sarar, as cicatrizes vão ficar, mas elas estão lá pra vermos e lembrar que se tomarmos o mesmo caminho errado, vamos cair mais uma vez. Hoje mais uma ferida esta sarando em mim, mas eu sei que a cicatriz vai ficar, não vou olha pra ela e lembrar só dos momentos ruins, mas também dos momentos bons que fizeram ela existir. E assim superar e seguir a minha vida.
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