"Algumas vezes o melhor a ser feito é não fazer nada. É não esperar que o óbvio aconteça e nem que o que surpreenda chegue ou que o tempo passe tão logo. O tempo nunca é o mesmo para todos, eu já disse não só aqui que não tenho pressa, mas era balela pura. Minha impulsividade me condena e eu não sei como controlar. É vício esse atropelo, essa lenta intensidade que vem que vai e que explode.
Hoje sinto uma imensa saudade das coisas que não são sólidas, mas que mesmo assim fazem doer feito pedradas. Muita gente já me questionou sobre tudo isso, é tão simples: o que pra você não tem sentido algum, pra mim é o que dá sentido. Eu gosto dos pequenos frisos e das exorbitantes sensações que depois posso precisar esquecê-las."
Nossa Juliane, adorei o texto e me identifiquei com a forma como escreveu! Parabens! E é isso mesmo, difícil alguém entender o que nos dá sentido...
ResponderExcluirAmei seu blog!
ResponderExcluirJá estou te seguindo!
Um belo fim de tarde pra ti!
Lindo texto. Adorei o blog! Vou seguir. Sucesso!
ResponderExcluirhttp://orasbolotas.blogspot.com/